A atividade de Corretor de Imóveis atualmente está identificada por Técnico em Transações Imobiliárias que, segundo a Lei Federal 6.530/78, tem a função de “exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, podendo, ainda, opinar quanto à comercialização imobiliária”. O sonho de aquisição seja de uma casa própria ou de um estabelecimento comercial inegavelmente dependem do bom desempenho deste profissional. Então, por ser uma atividade cada vez mais valorizada, é que o seu Conselho Regional (CRECI/RS) tem exigido provas de suficiência para Corretor de Seguros, através da Escola Nacional de Seguros (www.funenseg.org.br). Nessas provas, que são feitas em nível nacional, uma disciplina que tem sido bastante exigida é Matemática Financeira: nem poderia ser diferente, uma vez que a maioria das transações imobiliárias são feitas via financiamento bancário, e que demandam conhecimentos de taxas, juros e sistemas de amortizações,  por parte do Corretor.

Em razão disso, tenho sido procurado para auxiliar diversos alunos na preparação para esta prova. Ocorre que invariavelmente as pessoas têm sérias dificuldades nessa disciplina, uma vez que a Matemática Financeira, assim como a Matemática Geral, requer domínio de álgebra. Além disso, o domínio pleno da HP12c é de fundamental importância para o sucesso do profissional da área de corretagem de imóveis. Na foto ao lado, estou estudando Juros Compostos com a aluna Margareth Ferreira, que pretende trabalhar na área. A HP12c facilitou em muito o desenvolvimento e conclusão de diversos exercícios em Matemática Financeira. Para juros simples, onde as funções financeiras da HP não ajudam muito, há a necessidade do domínio de conhecimentos matemáticos. Por sua vez, quando usamos a capitalização composta, a função financeira dá a precisão e velocidade em cada exercício e cálculo: rotinas que certamente o Corretor vai encarar no dia-a-dia da sua profissão.

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