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	<title>Aprenda Matemática, aulas particulares de Matemática, aulas particulares de Matemática em porto alegre, aulas particulares de Matemática em domicílio em Porto Alegre, aulas particulares de Matemática em domicílio na região metropolitana de Porto Alegre, aulas particulares de Matemática em domicílio, aprenda matemática, matemática a seu alcance, aulas particulares, aula particular de matemática, aula particular, Matemática, Matemática Financeira, Estatística, Contabilidade, Administração Financeira, Cálculo, Porto Alegre, Região Metropolitana de Porto Alegre</title>
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	<description>Aulas particulares de Matemática em domicílio em Porto Alegre e região metropolitana para todos os níveis, inclusive superior em Matemática Financeira, Estatística, Contabilidade, Administração Financeira e Cálculo. Atendo Porto Alegre e Região Metropolitana. formado em Ciências Contábeis (1999) e Administração de Empresas (2004), ambos na UFRGS. Ministro aulas particulares de matemática desde 1989, quando tinha 18 anos de idade. Um dentre os fatores que me levou a lecionar essa disciplina foi a facilidade que sempre ao longo dos estudos no 1Â° e 2Â° graus tive em ajudar colegas a resolverem exercícios de matemática dados como tema de casa. Desde então venho auxiliando alunos de diversos colégios aqui de Porto Alegre, tais como Americano, Rosário, Assunção, João Paulo, Maria Imaculada, Leonardo Da Vinci, Farroupilha, João Paulo, Província de São Pedro, Adventista, Julinho, dentre outros. Também leciono matemática de nível superior para alunos de diversas universidades da região, como UFRGS, PUC, UNISINOS, ULBRA, FEEVALE, S.JUDAS, FAPPA, e em nível de pos-graduacao, FGV e PPGA-UFRGS. Já preparei alunos para vestibulares e concursos das mais variadas bancas (FAURGS, CESPE/Unb, PUC, ESAF, MPU), para exames de pós-graduação, ingresso extra-vestibular da UFRGS, e sou professor da disciplina de Administração e Finanças do Seminário Teológico Pedro Tarsier. Reitero que não mantenho nenhum tipo de vínculo com as instituições citadas. A necessidade de aulas particulares por parte de seus alunos não reflete a melhor ou pior qualidade destas instituições. Em virtude de indicações de meu trabalho é que leciono para um maior número de alunos de determinadas escolas. Não faço propaganda de nenhum destes estabelecimentos nem estes de meu trabalho e não me responsabilizo por seus resultados e métodos de ensino. A minha obrigação é apenas de melhorar o rendimento dos alunos, independentemente da instituição em que estudem ou que pretendam ingressar. As aulas são ministradas em local de preferência do aluno, tais como residência, trabalho, bibliotecas, salas de aula, ou qualquer outro espaço em que possamos fazer a aula. Leve em conta para escolher a sua aula particular: experiência do professor e, principalmente, os resultados. Posso fornecer referências as mais variadas de pais de alunos, alunos e ex-alunos meus. Sinceramente acredito ser esse o maior indicador da qualidade e eficiência do professor particular. Convém enfatizar que este site é meu - sobre minhas aulas - e se você marcar uma aula comigo não enviarei a sua casa outros professores, tão-somente poderei indicá-lo a outro professor de minha inteira confiança, caso não possa atendê-lo. Dentre os vários tópicos que ensino, basicamente dou aulas para: ensino fundamental: de quinta a oitava séries; ensino médio: Matemática e alguns tópicos de Física; graduação e pós-graduação: Estatística Geral, Matemática Financeira, Matemática Geral (que utiliza conceitos de nível médio e fundamental), Contabilidade, Administração Financeira e Cálculo; vestibulares, concursos e provas de admissão em cursos de pós-graduação. Trabalho com preparação para diversos exames com auxílio de ampla bibliografia e de arquivos de provas dos principais vestibulares e concursos realizados no Estado do Rio Grande do Sul. Os preços listados abaixo podem variar também conforme a localização e continuidade das aulas, mas, em geral, seguem a tabela abaixo e têm validade até dezembro de 2007. Aulas para mais de um aluno, costumo cobrar 40% a mais. Por exemplo, uma aula de 50 reais custaria 70 reais para dois, 90 reais para 3, e assim sucessivamente.  Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro (preferencialmente) ou cheque. Fique bem atento Ã  tabela de preços, pois não cobro de maneira proporcional justamente para compensar meus gastos com deslocamento e o meu tempo despendido no trajeto até o local do aluno. Assim, em uma eventualidade que você não possa ter a aula pelo período combinado, eu cobrarei conforme a tabela. Caso haja a necessidade de uma extensão do período da aula, basta que você combine comigo antes de a aula iniciar. Se eu puder, faremos isso sem nenhum problema. Mesmo que isso não seja feito, eu poderei ficar um tempo além do combinado (dez, quinze, vinte minutos), novamente se eu puder e farei isso de bom grado, quando perceber a real necessidade e boa vontade do aluno. E isso não significará nenhuma cobrança adicional. Tenho por praxe cobrar apenas o que foi combinado previamente. Eu raramente me atraso, mas caso isso ocorra por mais de quinze minutos você será avisado. Principalmente no caso de aulas para crianças e adolescentes peço aos pais que requisitem que seus filhos tenham toda matéria em ordem e todo material Ã  disposição. Caso você queira que eu leve algum material extra, peço que requisite isso com antecedência. Ã‰ primordial que a matéria que será ministrada durante a aula tenha sido informada corretamente e integralmente para mim. Essa necessidade existe especialmente para disciplinas da graduação e pós-graduação, onde o enfoque e a profundidade da matéria depende muitas vezes do professor. Podemos combinar também que listas de exercícios e tópicos da matéria sejam previamente informados a mim por e-mail, a fim de que eu possa preparar uma aula objetiva, clara e realmente proveitosa.  Se houver alguma dúvida em relação ? s minhas aulas, basta entrar em contato telefÃ´nico ou por e-mail comigo e tirar dúvidas que ainda tenha para marcarmos nossa primeira aula. Esta aula é muito importante para que o aluno me conheça e eu possa conhecê-lo. Ã‰ o ponto de partida, seja para um trabalho de curto ou longo prazo. Enfatizo alguns itens do meu trabalho: Valorizo o desenvolvimento do raciocínio dos alunos, para que entendam qualquer tópico da forma mais intuitiva possível, sem que se vejam obrigados a decorar uma série de fórmulas e &#34;receitas de bolo&#34; para resolver exercícios. Trato os alunos, essencialmente, como seres humanos. Entendo que uma aula fria e distante destes não os motiva de forma nenhuma. Sempre busco a adequada interação durante a aula e tenho a devida sensibilidade para perceber como é o aluno e como está sendo o seu desenvolvimento. Também mantenho os pais sempre a par do que acontece para que tudo fique o mais claro possível. Considero que a aula particular vai além de uma mera visita semanal, pois deve incentivar o estudo do aluno e a sua disciplina em reverter uma situação negativa. Sempre digo que cada hora-aula comigo exige, ao menos, do aluno outra hora de efetivo estudo. A fórmula é essa: matemática é treino, treino e treino. As principais qualidades de minhas aulas são a didática e a indução ? participação do aluno. Procuro explicar tudo da forma mais clara possível, usando os mais variados exercícios. Também tenho paciência sempre. Pois, dentro da minha proposta de executar um trabalho profissional, entendo que não posso demonstrar irritação ao aluno, para não desqualificá-lo ou deixá-lo pouco ? vontade. O serviço de análises ou consultorias são aulas particulares aplicadas Ã  resolução de problemas concernentes a uma determinada área acadêmica, seja em Matemática Financeira, Contabilidade, Administração Financeira ou Estatística; e também estudos ligados a monografias, teses ou dissertações que muitas vezes exigem execuções de cálculos contábeis, financeiros, combinatórios e/ou estatísticos para chegar-se a determinadas conclusões. O valor da consultoria depende basicamente do tempo despendido para a execução e explicação do trabalho e, naturalmente, do seu nível de dificuldade. Para cada hora de aula particular, é conveniente estudar no mínimo outra, a fim de que a matéria ministrada seja realmente dominada pelo aluno. Lembre-se que o sucesso em matemática depende de muito treino em variados exercícios e repetição constante. Organize seu tempo para estudo, no mínimo, 2 horas diárias, fazendo isso você não irá precisar, necessariamente, estudar nos fins de semana. Durma bem, é importante repousar no mínimo 8 horas diárias, uma mente cansada dificilmente conseguirá assimilar bem a matéria estudada. Escolha um local agradável para seus estudos, lugares com muito barulho não são recomendáveis, pois você não conseguirá concentrar-se bem no que está fazendo. Tenha uma vida saudável, pratique exercícios, alimente-se bem, aproveite as férias e feriados para descansar a mente e voltar ao pique dos estudos com â€œtodo o gásâ€. Na prova, seja o primeiro a chegar e o último a sair. Se terminou cedo a prova, melhor: revise seus cálculos. Muitas vezes por causa de pequenos erros ou detalhes despercebidos erramos questões complexas. Tenha seu horário de estudo para revisar as matérias do dia, não deixe para estudar tudo na véspera da prova: você poderá ter dúvidas e não ter tempo para saná-las. Eu, particularmente, nunca estudei com música, mas entendo que se for uma música calma e em volume baixo não há problemas. Tente sempre se focar no que está fazendo, evitando distrações, telefonemas, mp3, a foto da namorada ou do namorado. Em matemática, fatore e racionalize sempre. Seja na escola, no vestibular ou em concursos se você não racionalizar, nunca encontrará a resposta certa. Se você estudar mais de duas horas, dê um recreio para você mesmo! Por exemplo, a cada 50 minutos de efetivo estudo, levante, tome uma água, coma um biscoito... e depois volte. Alimente-se. Não estude com fome. Mantenha também um copo de água ? mão, além das canetas. Durma bem. Sua mente também precisa de descanso, e muitas vezes a tela de um computador cansa mais do que relaxa. Procure reservar um tempo para fazer atividades desestressantes, que você curta e que lhe reponham o equilíbrio mental diário. O ideal seria atividades físicas, como caminhadas, ginástica, ou seja, atividades aeróbicas em geral, desta forma você conseguirá â€œaliviarâ€ a sua cabeça ao mesmo tempo em que fará circular mais sangue no seu cérebro, isso ajudará muito no seu desempenho. Lazer não é perda de tempo: é tão importante quanto todos os outros cuidados. Defina prioridades no seu estudo. Se não puder estudar toda a matéria, garanta a pontuação naquilo que você sabe. Procure saber pelo seu professor quais matérias caem mais e seu peso na nota final. Isso pode ser fundamental na organização do seu estudo. Se não conseguir com o professor, busque provas anteriores e veja a distribuição das questões. Faça resumos da matéria, com uma espécie de esqueleto com todos seus tópicos. Use cores, destaque itens que acha importante: sua memória lembrará disso. Revise a matéria na ordem direta e inversa: isso faz com que você tenha noção do â€œtodoâ€ e não somente das partes isoladas. Em provas, sempre comece fazendo as questões que você realmente domina e sabe. Assim, você ao longo da prova terá maior confiança para resolver aquelas mais difíceis. Especialmente em vestibulares e concursos questões â€œfáceisâ€ e â€œdifíceisâ€ têm o mesmo peso; então, comece acertando. Seja organizado. Não deixe folhas soltas no caderno ou na mochila. Tenha pastas de cada matéria onde você facilmente encontrará aquela prova de seis meses atrás em que você foi mal e cuja matéria cairá na prova cumulativa da semana que vem. Planeje seus estudos. Decida o que vai estudar, quando vai estudar, e onde vai estudar. Muitas vezes, a serem diariamente estudadas. Em uma semana, você verá que estudou muito!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 May 2012 03:13:29 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Questão resolvida sobre Análise Combinatória &#8211; Cesgranrio</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 00:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resolvo aqui, a pedido de ex-aluno, questão da banca da Fundação Cesgranrio, envolvendo o conteúdo de Análise Combinatória. Essa matéria tem sido recorrente em provas de concursos públicos das mais diversas bancas do Brasil, fazendo parte do conteúdo programático de Matemática e Raciocínio Lógico. Somente aqui o concursando encontra questões de provas de concursos recentes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Resolvo aqui, a pedido de ex-aluno, questão da banca da Fundação Cesgranrio, envolvendo o conteúdo de Análise Combinatória. Essa matéria tem sido recorrente em provas de concursos públicos das mais diversas bancas do Brasil, fazendo parte do conteúdo programático de Matemática e Raciocínio Lógico.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente aqui o concursando encontra questões de provas de concursos recentes resolvidas e comentadas. Convido o visitante a visitar regularmente o site <a href="http://aprendamatematica.com">www.aprendamatematica.com</a>: sempre surge coisa nova por aqui&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Me chamo <strong>Alexandre Correa</strong>, e dou aulas para cursos preparatórios para concursos de nível médio e superior, e foco meu trabalho especialmente em concursos da área fiscal. Além disso, resolvo questões, tiro dúvidas e dou aulas online para estudantes de todo o País; além de ministrar aulas particulares de Matemática, Estatística, Matemática Financeira, Contabilidade, Cálculo, Administração Financeira e Pesquisa Operacional para estudantes de Porto Alegre e região metropolitana.</p>
<p style="text-align: justify;">Chega de apresentações&#8230; e <strong>vamos à questão</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">(CESGRANRIO) Juliana nasceu no dia 25 de maio de 1980. Ela deseja fazer uma senha de seis dígitos para acesso a um site usando apenas vogais e algarismos que aparecem em seu nome e em sua data de nascimento. Juliana decidiu que sua senha terá todos os dígitos distintos e que a quantidade de letras e de algarismos será a mesma. De quantos modos distintos Juliana poderá escrever sua senha, se as letras devem, obrigatoriamente, ficar juntas (seguidas)?</p>
<p style="text-align: justify;">A) 2.880<br />
B) 8.064<br />
C) 11.520<br />
D) 16.128<br />
E) 32.256</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resolução</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Juliana nasceu em 25.04.1980. Temos, portanto, 6 algarismos distintos (0, 1, 2, 5, 9, 8). Já, o nome JULIANA possui 3 vogais distintas (A, I, U). A senha contém seis dígitos distintos, e a quantidade de letras e de algarismos será a mesma, ou seja, 3 letras e 3 algarismos. Sabendo que as letras devem, obrigatoriamente, permanecer juntas, elas podem ficar dispostas da seguinte forma, sendo L, como letra, e N, como número:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">L &#8211; L &#8211; L &#8211; N &#8211; N &#8211; N</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">N &#8211; L &#8211; L &#8211; L &#8211; N &#8211; N</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">N &#8211; N &#8211; L &#8211; L &#8211; L &#8211; N</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">N &#8211; N &#8211; N &#8211; L &#8211; L &#8211; L</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Assim, temos 4 disposições que atendem esse requisito da questão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Fazemos, então, um arranjo de 3 elementos tomados 3 a 3, para as letras, e multiplicamos esse valor por outro arranjo para 6 elementos, tomados 3 a 3 para os algarismos, e no final, multiplicamos tudo pelas 4 disposições das letras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">4 . A3,3 . A6,3 = 4 . (3.2.1) . (6 . 5 . 4) = 4 . 6 . 120 = 2.800. <strong>Letra A</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Era isso e espero ter ajudado.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço a todos e fiquem com Deus!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prova Matemática Financeira resolvida Caixa Federal 2012 &#8211; nível médio</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
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		<category><![CDATA[matematica financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Publico aqui a prova por mim resolvida e comentada de Matemática Financeira da Caixa Econômica Federal para o concurso público de nível médio, área administrativa, realizada em 22/04/2012, pela Banca da Cesgranrio, questões de 6 a 10. Enfatizo que os conteúdos que caíram nessa prova de Matemática Financeira estão dentro do exigido em Edital. Deu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Publico aqui a prova por mim resolvida e comentada de Matemática Financeira da Caixa Econômica Federal para o concurso público de nível médio, área administrativa, realizada em 22/04/2012, pela Banca da Cesgranrio, questões de 6 a 10. Enfatizo que os conteúdos que caíram nessa prova de Matemática Financeira estão dentro do exigido em Edital. Deu para perceber que a banca da Cesgranrio deu uma de Cespe, exigindo cálculos com expoentes negativos, querendo pegar concurseiro novatos, ou fracos em álgebra. No mais, tudo dentro do previsto.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que exercícios resolvidos de concursos recentes das mais diversas bancas o concursando somente encontra por aqui mesmo. A prova foi aplicada ontem, e hoje já estou resolvendo&#8230; de novo!!! Por isso, convido o visitante a visitar este site regularmente&#8230; Aqui, sempre tem coisa boa. Chega de papo&#8230; vamos às questões:</p>
<p><strong>Questão 6.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de investimento, cujo aporte de capital inicial é de R$ 20.000,00, irá gerar, após um período, retorno de R$ 35.000,00. A Taxa Interna de Retorno (TIR) desse investimento é</p>
<p>(A) 275%<br />
(B) 175%<br />
(C) 34%<br />
(D) 75%<br />
(E) 43%</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Aqui, a TIR será simplesmente a taxa de juros desta aplicação. Os juros da aplicação foram de R$ 15.000,00. Assim, temos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"> i = juros / capital = 15.000 / 20.000 = 0,75 = 75%.<strong> Letra D</strong>. Questão de barbada.</span></p>
<p><strong>Questão 7.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas operações de empréstimo, uma financeira cobra taxa efetiva de juros, no regime de capitalização composta, de 10,25% ao ano. Isso equivale a cobrar juros com taxa anual e capitalização semestral de</p>
<p>(A) 10,51%<br />
(B) 10,25%<br />
(C) 5%<br />
(D) 10%<br />
(E) 5,51%</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Como o examinador pede uma taxa de capitalização mensal, temos de saber, antes de tudo, a taxa efetiva semestral, bastando para isso tirar a raiz quadrada de 1,1025 = 1,05, ou seja, teremos uma taxa efetiva semestral de 5%. Agora, teremos de transformar esta taxa para nominal anual. Como um ano possui dois semestre, multiplicamos a taxa por 2. Assim, teremos 10% ao ano, capitalizados semestralmente. <strong>Letra D</strong>. Outra fácil.</span></p>
<p><strong>Questão 8.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um imóvel de 100 mil reais é financiado em 360 prestações mensais, a uma taxa de juros de 1% ao mês, pelo Sistema de Amortização Francês (Tabela Price), gerando uma prestação de R$ 1.028,61. Reduzindo-se o prazo do financiamento para 240 prestações, o valor de cada prestação é, em reais, aproximadamente,</p>
<p>Dado: (1,01)^(−120) = 0,3</p>
<p>(A) 2.127,00<br />
(B) 1.714,00<br />
(C) 1.099,00<br />
(D) 1.428,00<br />
(E) 1.371,00</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Precisamos simplesmente calcular o valor da prestação, reduzindo-se o prazo para 240 meses. Assim como nas provas da Cespe, é dado um fator elevado em um expoente negativo. O examinador tenta levar o candidato inexperiente ao erro, contudo, basta sabermos um pouco de exponenciais, que fugimos dessa fria:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Basta transformarmos para:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">(1,01)^(−120) = 0,3; então: (1,01)^(120) = 10/3;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">sabemos que (1,01)^(240) = (1,01)^(120) . (1,01)^(120) = 10/3 x 10/3 = 100/9 = 11,11</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = P . [(1+i)^n . i] / [(1+i)^n - 1], onde:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">P = valor do financiamento de R$ 100.000,00;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = valor da nova prestação, pedida na questão;</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">n = prazo de 240 meses</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">i = taxa efetiva mensal de juros de 1%</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = 100.000 . [(1,01)^240 . 0,01]  /  [(1,01)^240 - 1] =100.000 . [11,11 . 0,01]  /  [11,11 - 1] = 1.099,00; <strong>letra C</strong>.</span></p>
<p><strong>Questão 9.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O setor financeiro de uma empresa, que tem taxa mínima de atratividade de 10% ao ano, avalia duas alternativas: montar um laboratório fotográfico ou terceirizar o serviço de fotografias. Para a opção de montar o laboratório fotográfico, o investimento inicial, os custos pagos ao final de cada ano, o tempo de utilização do laboratório e a informação adicional do valor presente liquido (VPL) do fluxo de caixa estão apresentados no quadro a seguir.</p>
<p>Investimento inicial R$ 100.301,65<br />
Custo operacional anual R$ 7.000,00<br />
Custo de manutenção anual R$ 3.000,00<br />
Valor residual zero<br />
Tempo de utilização 4 anos<br />
VPL R$ 132.000,30</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de terceirizar o serviço, o custo de manutenção fica por conta da empresa contratada. É mais atraente terceirizar se, e somente se, o custo operacional anual dessa opção, em reais, for, no máximo, de</p>
<p style="text-align: justify;">Dado: (1,10)^(−4) = 0,68 &#8230; <span style="color: #ff0000;">temos, então que 1,10^4 = 100/68 = 1,47</span></p>
<p>(A) 11.760,00<br />
(B) 22.060,40<br />
(C) 42.240,10<br />
(D) 33.000,08<br />
(E) 41.250,10</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Basta considerarmos o VPL dado de R$ 132.000,30 como valor presente do fluxo de caixa para o custo da terceirização, considerando 4 anos de utilização. Assim, temos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = P . [(1+i)^n . i] / [(1+i)^n - 1] = 130.000</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = 132.000,30 . [(1,10)^4 . 0,10]  /  [(1,10)^4 - 1] =132.000,30 . [1,47 . 0,10]  /  [1,47 - 1] = 41.285,20, sendo o valor mais próximo, <strong>letra E</strong>.</span></p>
<p><strong>Questão 10.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O montante gerado por uma instituição financeira, em uma aplicação no regime de juros compostos, é R$ 5.000,00, em<br />
10 meses, ou R$ 5.202,00, em 1 ano. Se a taxa de juros é constante, o valor aplicado é, em reais, de, aproximadamente,</p>
<p><a href="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/cef2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2155" title="cef2" src="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/cef2.jpg" alt="" width="613" height="106" /></a>(A) 4.100<br />
(B) 3.950<br />
(C) 1.950<br />
(D) 3.400<br />
(E) 3.100</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Primeiramente, precisamos descobrir a taxa de juros compostos da aplicação. Consideramos, para isso, o capital de 5.000,00 que se torna em 2 meses o valor de 5.202,00. Utilizando a fórmula de juros compostos, e isolando o termo i, chegamos a uma taxa mensal de 2%. Com esta taxa, trazemos a valor presente o montante de 5.000,00, em 10 meses. Bastando, para isso, multiplicar 5.000 pelo fator dado na tabela:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">1,02 ^ (-10) = 0,82. Assim, 5.000 x 0,82 = 4.100,00, que é o capital inicialmente aplicado. <strong>Letra A</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Deixo um abraço a todos, e votos de sucesso em seus estudos para provas e concursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com Deus!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Questão resolvida de testes de hipóteses &#8211; Fundação CESGRANRIO &#8211; Petrobrás</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 02:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Operacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<category><![CDATA[cesgranrio]]></category>
		<category><![CDATA[petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[proporção]]></category>
		<category><![CDATA[significância]]></category>
		<category><![CDATA[teste de proporção]]></category>
		<category><![CDATA[testes de hipótese]]></category>
		<category><![CDATA[unilateral]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvo aqui questão sobre testes de hipóteses constante de concurso público realizado em 2010 pela Fundação Cesgranrio, para Analista de Pesquisa Operacional da Petrobrás. A questão envolve o conteúdo de Testes de Hipóteses para proporções. Lembrando que, pela internet, somente aqui o estudante encontra questões de provas recentes detalhadamente resolvidas sobre conteúdos tais como: Contabilidade, Estatística, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Resolvo aqui questão sobre testes de hipóteses constante de concurso público realizado em 2010 pela Fundação Cesgranrio, para Analista de Pesquisa Operacional da Petrobrás. A questão envolve o conteúdo de Testes de Hipóteses para proporções.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que, pela internet, somente aqui o estudante encontra questões de provas recentes detalhadamente resolvidas sobre conteúdos tais como: Contabilidade, Estatística, Matemática Financeira, Matemática e Pesquisa Operacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos à questão:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um fabricante deseja fazer um estudo, com uma confiança de 95%, a respeito da aceitação de um dos seus produtos com a finalidade de lançá-lo em um novo mercado. Esse novo lançamento somente será comercialmente viável se o índice de aceitação do produto for, pelo menos, de 90%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tal, realizou uma pesquisa de mercado em uma das cidades onde seu produto já é comercializado. Foi perguntado aos consumidores se gostaram (aceitaram) do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado foi o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">850 consumidores responderam que gostaram do produto e 150 consumidores responderam que não gostaram do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual será a estatística de teste a ser utilizada nesse teste?</p>
<p style="text-align: justify;">(A) -5,27<br />
(B) -1,96<br />
(C) -1,65<br />
(D) 1,96<br />
(E) 5,27</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resolução</strong>: É informado que o lançamento do produto somente será viável se o índice de aceitação do produto for, pelo menos, de 90%. Na verdade, esse &#8220;pelo menos&#8221;, quer dizer, maior ou igual, superior, a 90%. Esse será o nosso teste, ou seja, a denominada hipótese alternativa, ou H1. Quando analisamos valores maiores para um teste, esse teste chama-se unilateral à direita, ou unicaudal à direita, conforme a figura abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/unicaudal.jpg"><img title="unicaudal" src="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/unicaudal.jpg" alt="" width="562" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Temos, assim, duas hipóteses:</p>
<p style="text-align: justify;">- H0: é a hipótese nula, ou básica, ou seja, <strong>Π &lt; 0,90</strong>. Π é o parâmetro da proporção populacional. Se refere à população como um todo, ou uma referência conclusiva sobre este parâmetro. Quando aceitamos Ho, nada podemos afirmar sobre o teste e, assim, acabamos por rejeitar H1, que é a hipótese do teste, ou seja, a hipótese alternativa.</p>
<p style="text-align: justify;">- H1: é a hipótes alternativa, ou a hipótese de teste. Ao concluirmos pela aceitação de H1, e consequente rejeição de Ho, definimo-nos pela validade do teste. Nesse caso, <strong>Π &gt;=0,90</strong>, será nosso teste alternativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Retomando: o teste é unilateral à direita, pois estamos avaliando valores maiores que o estipulado de 0,90. Por isso unilateral ou unicaudal. Na figura acima, a área de rejeição de Ho, ou seja, a área em verde escuro, corresponde ao nível de significância do teste, também denominado α (alfa). A questão, na verdade, nos informa o valor de Β (beta), que é o nível de confiança. Temos que α = 1 &#8211; Β. Assim,  α = 1 &#8211; 0,95 = 0,05, ou simplesmente 5%. Esses 5% correspondem à área hachurada da figura acima, que equivale a 5% da área de toda a curva sob o eixo horizontal. A significância do teste também está diretamente relacionada ao erro tipo I, ou seja, a probabilidade de rejeitarmos Ho, sendo ele verdadeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Definido α, precisamos encontrar o valor crítico de Z. Reitero aqui que em testes de hipóteses com proporções somente usamos a tabela normal (Z); nada de usar tabela T, certo? Considerando Z como o eixo horizontal, onde a média = moda = mediana = 0, cujo valor de zero está no centro da curva de Gauss (ou de sino), e seus valores acima da média zero são positivos e abaixo são negativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao valor crítico: esse valor é tabelado. Pegamos na tabela normal o valor correspondente a uma área de 0,05 à direita. Ao vermos na referida tabela, encontramos um valor de Z correspondente a <strong>1,65</strong>. Ou seja, esse valor de 1,65 será o nosso Z crítico, a partir do qual rejeitamos H0, ou antes do qual, aceitamos Ho. Esse vai ser o nosso valor de referência.</p>
<p style="text-align: justify;">Próximo passo, agora, será encontrarmos o Z calculado, ou estatística de teste, que é obtido a partir da fórmula abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prop.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2117" title="prop" src="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prop.jpg" alt="" width="213" height="88" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde temos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f:</strong> corresponde à proporção amostral, calculada com os dados da questão 850/1.000 = 0,85, que seria o total de alunos que gostaram do produto, e 1.000 corresponde ao total de alunos entrevistados, ou seja, é a amostra n.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>n:</strong> é o tamanho da amostra dado, ou seja, do número de entrevistados de 1.000.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P0:</strong> se refere à proporção de 90%, ou 0,90, ou simplesmente <strong>Π</strong>. Ao substiuirmos estes valores na fórmula e resolvendo, chegamos ao valor da estatística do teste, que é de &#8211; 5,27. Tal valor encontra-se à esquerda da cauda: então, nem pensar em rejeitar Ho. Tão-somente rejeitaríamos H0 com valores da estatística do teste acima de 1,65 ( Z crítico ), conforme comentei acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluímos, portanto, que não podemos rejeitar H0, a um nível de significância de 5%, isto é: não há evidências de que o percentual de aceitação do produto seja superior a 90%, não sendo viável o lançamento do produto. Na verdade, quando não rejeitamos H0, estamos simplesmente dizendo que nada podemos afirmar sobre a veracidade da hipótese alternativa.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da questão, solicitava-se apenas o valor da estatística de teste e o conhecimento da fórmula para chegarmos ao seu cálculo. Naturalmente, para que conheçamos a aplicação da fórmula, devemos conhecer os fundamentos dos testes de significância.  <strong>Letra A</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são todos os concursos que requerem esse conteúdo, mas resolvi postar algo sobre esse tema, visto que têm surgido questões de concursos para diversos cargos de nível superior que exigem alguns conhecimentos teóricos a respeito dos testes de hipóteses. Tenho notado isso de uns anos para cá.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico por aqui, caros amigos visitantes. Exercícios resolvidos e comentados são postados regularmente neste blog. Aquelas questões que ninguém se atreve a comentar, eu encaro: e com baixa margem de erro amostral&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com Deus.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prova Matemática Financeira resolvida Caixa Federal 2012 &#8211; nível superior</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Mat Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Provas Comentadas]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<category><![CDATA[matematica financeira]]></category>
		<category><![CDATA[séries uniformes]]></category>
		<category><![CDATA[TIR]]></category>

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		<description><![CDATA[Publico aqui a prova por mim resolvida e comentada de Matemática Financeira da Caixa Econômica Federal para concursos públicos de nível superior, realizada em 15/04/2012, pela Banca da Cesgranrio. Enfatizo que os conteúdos que caíram nessa prova de Matemática Financeira estão dentro do exigido em Edital. Todos os exercícios, a meu ver, foram fáceis. Lembrando ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Publico aqui a prova por mim resolvida e comentada de Matemática Financeira da Caixa Econômica Federal para concursos públicos de nível superior, realizada em 15/04/2012, pela Banca da Cesgranrio. Enfatizo que os conteúdos que caíram nessa prova de Matemática Financeira estão dentro do exigido em Edital. Todos os exercícios, a meu ver, foram fáceis.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que exercícios resolvidos de concursos recentes das mais diversas bancas o concursando somente encontra por aqui mesmo. A prova foi aplicada ontem, e hoje já estou resolvendo!!! Por isso, convido o visitante a visitar este site regularmente&#8230; Chega de papo. Vamos às questões:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Questão 7</strong>. Um bem, cujo preço à vista é R$ 30.000,00, é vendido com uma entrada de 10%, e o restante, em 72 prestações mensais iguais, sendo a primeira paga um mês após a compra. Se os juros são de 12% ao ano, capitalizados mensalmente, o valor das prestações é, em reais, aproximadamente, de</p>
<p style="text-align: justify;">Dado: valores resultantes de (1 + i)^n:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/imagem_cef.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2086" title="imagem_cef" src="http://aprendamatematica.com/site/wp-content/uploads/2012/04/imagem_cef.jpg" alt="" width="420" height="106" /></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">A) 420,00</p>
<p style="text-align: justify;">B) 529,00</p>
<p style="text-align: justify;">C) 588,00</p>
<p style="text-align: justify;">D) 2.471,00</p>
<p style="text-align: justify;">E) 3.240,00</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: A questão pede o valor das prestações iguais. Antes de tudo, vemos que a taxa de juros está na forma nominal anual, com capitalização mensal. Devemos, portanto, imediatamente transformar para a forma efetiva da taxa, ficando em 1% ao mês (12/12). Lembremos que o valor efetivamente financiado é de 27.000 reais, afinal, 10% do valor foi dado de entrada (3.000). Temos, a fórmula abaixo, para cálculo da prestação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = P [(1 +i)^n . i] / [(1 +i)^n - 1] = 27.000 . [(1,01)^72 . 0,01] / [(1,01)^72 - 1]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Usando os dados da tabela dada, temos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">R = 27.000 [2,05 . 0,01] / [2,05 - 1] = 27.000 [0,0205] / [1,05] = <strong>527,14</strong>, como pede o valor aproximado, marcamos <strong>letra B</strong> como gabarito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Questão 8</strong>. O máximo da remuneração mensal que um indivíduo pode comprometer para pagamento das prestações de empréstimos é de R$ 2.000,00 e, em função da idade, tabelas atuariais limitam o prazo do empréstimo em 100 meses. Considerando taxa de juros de 1% ao mês, qual é o valor da amortização para o maior empréstimo que ele pode tomar pelo Sistema de Amortização Constante (SAC)?</p>
<p style="text-align: justify;">A) R$ 1.000,00</p>
<p style="text-align: justify;">B) R$ 1.300,00</p>
<p style="text-align: justify;">C) R$ 1.500,00</p>
<p style="text-align: justify;">D)R$ 1.700,00</p>
<p style="text-align: justify;">E) R$ 2.000,00</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: No Sistema de Amortização Constante (SAC), temos, como o nome diz, amortizações constantes. O máximo valor que o indivíduo poderia pagar de prestação seria de R$ 2.000,00, portanto, a maior parcela, dentre todas as parcelas do SAC, não pode ser superior ao limite estipulado. Ora, a maior parcela no SAC é a primeira, pois a parcelas, neste sistema, são sempre decrescentes. Então, concluímos que a primeira prestação pode ser no máximo R$ 2.000,00.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Sabemos que PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO, ou P = J + A.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Consideremos um empréstimo E. Então, os juros pagos na primeira parcela serão de 0,01 x E, afinal, a taxa de juros é de 1% e incide sempre sobre o saldo devedor anterior. Temos então J = 0,01 x E.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">A amortização é calculada dividindo o empréstimo pelo tempo total do plano, que é de 100 meses. Então temos que a amortização mensal é de A = E / 100 = 0,01E. Substituindo estes termos em P = J + A:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">2.000 = 0,01E +0,01E</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">2.000 = 0,02E</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">E = 2.000 / 0,02 = 100.000</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Sendo o valor do empréstimo de 100.000,00, temos as amortizações mensais de 100.000/100 = 1.000,00. <strong>Letra A</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Questão 9</strong>. Uma empresa tem duas alternativas de investimento, mutuamente exclusivas, X e Y, ambas com a mesma duração e com valor presente líquido positivo, com taxas internas de retorno (TIR) de 20% e 18%, respectivamente. O projeto diferencial Y &#8211; X tem TIR de 14%.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto X é preferível ao Y somente para taxas mínimas de atratividade da empresa</p>
<p style="text-align: justify;">A) menores que 14%</p>
<p style="text-align: justify;">B) menores que 18%</p>
<p style="text-align: justify;">C) maiores que 14% e menores que 18%</p>
<p style="text-align: justify;">D) maiores que 14% e menores que 20%</p>
<p style="text-align: justify;">E) maiores que 18%</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: A Taxa Mínima de Atratividade (TMA) tem que ser inferior à TIR do projeto X, que é de 20%. Somente sabendo que TIR &gt; TMA, projeto aprovado, resolvemos a questão. Nem vou entrar no detalhe do que seja um projeto diferencial. <strong>Letra D</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Era isso. Desejo a todos sucesso nos concursos e na vida. Fiquem com Deus!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O problema do cálculo do prazo em juros compostos</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 03:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mat Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<category><![CDATA[hp12c]]></category>
		<category><![CDATA[juros compostos]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros visitantes, hoje vamos falar sobre um típico problema em juros compostos: o cálculo do prazo. Ocorre que o prazo ou simplesmente n, ao isolarmos ele na fórmula M = C (1 + i) ^n, temos de apelar para os logaritmos, pois não há como isolar n sem o uso algébrico desta técnica. Digamos que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Caros visitantes, hoje vamos falar sobre um típico problema em juros compostos: o cálculo do prazo. Ocorre que o prazo ou simplesmente n, ao isolarmos ele na fórmula M = C (1 + i) ^n, temos de apelar para os logaritmos, pois não há como isolar n sem o uso algébrico desta técnica. Digamos que precisamos responder ao seguinte problema:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um capital de 1.000 é aplicado em uma taxa composta de 2% ao mês, gerando um montante de 1.500. Qual o prazo da aplicação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Pela HP12C teríamos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">1.000 CHS PV</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">1.500 FV</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">2 i</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">n&#8230;.21 meses. Será mesmo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Usando a fórmula:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">n = ln (FV/PV)  /  ln (1 + i), que é a fórmula resultante, por logaritmos, da fórmula original de juros compostos. Assim:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">n = ln (1.500/1.000)  / ln (1 + 0,02) = ln 1,5  / ln 1,02 = 0,4054  / 0,0198 = <strong>20,47 meses</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Transformando para meses e dias, temos: <strong>20 meses e 14 dias</strong> (0,47 x 30). Viram? Essa diferença de 14 dias a hp12c não registra.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, lembre-se que na função financeira da hp12c, ao calcularmos o prazo, sempre será arredondado para o valor imediatamente para cima. O valor exato é obtido somente pela fórmula do prazo, com o uso de logaritmos. Mesmo que o prazo seja de 20,01, a calculadora hp12c arredondará para 21.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que somente aqui o internauta encontra provas recentes resolvidas e comentadas, dicas de concursos, vídeo-aulas, dicas sobre matemática financeira, estatística, contabilidade, pesquisa operacional, cálculo, dentre outras matérias. E sempre estou atualizando e divulgando conteúdo novo, por isso&#8230; voltem!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço a todos e fiquem com Deus!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Prova resolvida de Contabilidade, Banca FMP, Técnico Contábil PMPA 2012, parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Provas Comentadas]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<category><![CDATA[ativo]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[passivo]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio líquido]]></category>
		<category><![CDATA[prova resolvida]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuamos com a resolução comentada da prova de Contabilidade para o concurso público de Técnico Contábil da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. As provas foram aplicadas em março de 2012 pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Para quem está começando seus estudos com Contabilidade, essa é uma excelente prova para treino! Dessa vez, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Continuamos com a resolução comentada da prova de Contabilidade para o concurso público de Técnico Contábil da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. As provas foram aplicadas em março de 2012 pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Para quem está começando seus estudos com Contabilidade, essa é uma excelente prova para treino! Dessa vez, vamos às questões 51 a 55:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>51</strong> &#8211; Relacione a coluna da esquerda com a direita:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Ativo Circulante<br />
2) Ativo Não Circulante<br />
3) Passivo Circulante<br />
4) Passivo Não Circulante<br />
5) Patrimônio Líquido</p>
<p style="text-align: justify;">( ) Recursos depositados em conta corrente bancária.<br />
( ) Recursos investidos pelos sócios no negócio.<br />
( ) Obrigação com fornecedores de mercadorias.<br />
( ) Ações de emissão de companhia coligada.<br />
( ) Empréstimo que a empresa possui e irá pagar após o término do exercício social seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Assinale a alternativa CORRETA:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) 1; 5; 3; 2; 4.<br />
(B) 1; 2; 3; 5; 4.<br />
(C) 5; 1; 3; 2; 4.<br />
(D) 5; 2; 3; 1; 4.<br />
(E) 1; 5; 4; 2; 3.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Os recursos depositados em conta corrente bancária estão classificados no Ativo Circulante. Já os recursos investidos pelos sócios no negócio faz parte da conta Capital Social, integrante do Patrimônio Líquido. Obrigações com fornecedores de mercadorias ficam classificadas no Passivo Circulante. Ações e participações de emissão de companhias coligadas são classificadas no subgrupo Investimentos, do Ativo Não Circulante. Finalmente, os empréstimo que a empresa possui e irá pagar após o término do exercício social seguinte ficam classificados no Passivo Não Circulante. Portanto, a ordem correta fica: 1 &#8211; 5 &#8211; 3 &#8211; 2- 4. <strong>Letra A</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>52</strong> &#8211; A seguir são apresentadas três assertivas que se referem às transações do Ativo do Balanço Patrimonial.</p>
<p style="text-align: justify;">I. Dinheiro em Caixa.<br />
II. Ferramentas usadas pelo pessoal da área de produção.<br />
III. Adiantamentos concedidos a funcionários para viagens a trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Assinale a afirmativa que representa apenas o Ativo Circulante:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) Apenas I.<br />
(B) Apenas II.<br />
(C) Apenas I e III.<br />
(D) Apenas II e III.<br />
(E) I, II e III.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: No meu limitado entender, questão mal formulada, afinal, dinheiro em caixa e ferramentas não são transações. Para mim, somente a III é a correta, mas a gente tem que responder e, além disso, adivinhar o que o examinador está pedindo. Então, relevamos, e consideremos dinheiro em caixa como &#8220;transação&#8221; do Ativo, mais precisamente nas Disponibilidades, do Ativo Circulante. Assim como adiantamentos concedidos, que ficam registrados em Créditos, também do Ativo Circulante. No que se refere às ferramentas usadas pelo pessoal da área de produção, não dá para entender como &#8220;transação&#8221; do Ativo. Se alguém fosse vender as ferramenta, possivelmente seria uma &#8220;transação&#8221;. Portanto, ficamos com os itens I e III como corretos, tendo a <strong>alternativa C como correta</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>53</strong> &#8211; Em uma empresa comercial o lançamento que representa uma receita à vista é:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) Debita-se receita; credita-se caixa.<br />
(B) Debita-se caixa; credita-se receita.<br />
(C) Debita-se receita; creditam-se clientes.<br />
(D) Debitam-se clientes; debita-se receita.<br />
(E) Debitam-se clientes; debita-se caixa; credita-se receita.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Essa é fácil e exigia apenas do candidato conhecimento básico de lançamento típico. Assim, o lançamento que representa uma receita à vista é:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">D -CAIXA/BANCOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">C- RECEITA DE VENDAS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Sem dúvidas, portanto, marcamos a <strong>letra B</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>54</strong> &#8211; Considere os dados a seguir referentes ao mês de dezembro de 2011:</p>
<p style="text-align: justify;">- Despesa de janeiro/2012, paga em dezembro/2011: R$ 2.000,00.<br />
- Despesa de dezembro/2011, paga em janeiro/2012: R$ 500,00.<br />
- Receita de janeiro/2012, recebida em dezembro/2011: R$ 500,00.<br />
- Receita de dezembro/2011, recebida em janeiro/2012: R$ 2.000,00.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado do referido mês conforme os Princípios de Contabilidade é:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) Zero.<br />
(B) Prejuízo de R$ 500,00.<br />
(C) Prejuízo de R$ 1.500,00.<br />
(D) Lucro de R$ 500,00.<br />
(E) Lucro de R$ 1.500,00.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: O princípio que rege a Contabilidade é o Princípio de Competência, que considera a realização das receitas e incorrência das despesas quando de sua efetivação, independentemente de recebimentos ou pagamentos. Portanto, não interessa quando foi paga a despesa ou recebida a receita, e sim a qual mês pertence. Em dezembro temos receitas no valor de R$ 2.000,00 e despesas no valor de R$ 500,00. Apuramos, dessa forma, um lucro de R$ 1.500,00. <strong>Letra E</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>55</strong> &#8211; As assertivas abaixo podem ser falsas ou verdadeiras:</p>
<p style="text-align: justify;">( ) Os estoques são considerados ativos quando o bem é destinado à venda, referentes ao curso normal dos negócios da empresa (produtos acabados e mercadorias).<br />
( ) Os estoques devem ser avaliados ao custo ou pelo valor líquido realizável, prevalecendo o menor.<br />
( ) Os impostos recuperáveis representam custos de aquisição de mercadorias.<br />
( ) A provisão para perda de estoques é uma conta de natureza devedora.<br />
( ) A constituição de uma provisão para perda dos estoques gera um aumento do lucro líquido do exercício.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando “F” para as falsas e “V” para as verdadeiras, a sequência CORRETA é:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) F; V; V; V; V.<br />
(B) V; V; F; F; F.<br />
(C) V; F; F; V; V.<br />
(D) V; V; V; V; F.<br />
(E) F; F; V; F; V.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Vamos analisar item por item. Aliás, no meu entendimento, essa matéria envolve a disciplina de Custos, a qual não faz parte do conteúdo programático.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"> - Os estoques são considerados ativos quando o bem é destinado à venda, referentes ao curso normal dos negócios da empresa (produtos acabados e mercadorias). <strong>Verdadeiro</strong>, enquanto não forem vendidos, estão ativados. Quando forem vendidos, passam a serem definidos como Custos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">- Os estoques devem ser avaliados ao custo ou pelo valor líquido realizável, prevalecendo o menor. <strong>Verdadeiro</strong>. Extraído do texto da Lei 6404/76.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">- Os impostos recuperáveis representam custos de aquisição de mercadorias. <strong>Falso</strong>. O impostos recuperáveis não representam custos, pois, como o nome diz, eles são recuperados, quando da venda, ou seja, quando a empresa é contribuinte do imposto recuperado. Ocorre que, quando a empresa não for contribuinte do imposto, então esse imposto pago na compra integrará o custo de aquisição dos estoques. Isso ocorre muito com o IPI, em que as empresas comerciais pagam na compra, mas não se beneficiam dele na saída, uma vez que não são contribuintes do referido imposto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">- A provisão para perda de estoques é uma conta de natureza devedora. <strong>Falso</strong>. A provisão para perda de estoques é uma conta retificadora de Ativo, e como tal, tem natureza credora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">- A constituição de uma provisão para perda dos estoques gera um aumento do lucro líquido do exercício. <strong>Falso</strong>. Na verdade, gera uma redução do lucro líquido do exercício. Vejamos como é  o lançamento da constituição desta provisão:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">D &#8211; DESPESA COM PROVISÃO PARA PERDA DE ESTOQUES</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">C &#8211; PROVISÃO PARA PERDA DE ESTOQUES</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Portanto, ficamos com a seguinte sequência: V &#8211; V &#8211; F &#8211; F &#8211; F. A alternativa correta sem dúvida é a<strong> letra B</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ok, pessoal. Daremos continuidade a essa prova de Contabilidade, nas questões 56 a 60, nos próximos dias. Lembrando que somente por aqui o concursando encontra provas de concursos públicos recentes resolvidas e comentadas de forma detalhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço a todos e fiquem com Deus!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Anulação Total das Provas para Agente Fiscal da Receita Municipal (AFRM) de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 19:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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		<description><![CDATA[AFRM, o retorno! Edital 44 da Secretaria Municipal da Administração torna pública a anulação das provas objetivas e de redação  realizadas em março deste ano. As razões para essa anulação total foi a ocorrência de questões não inéditas (plagiadas) e pelo fato de um examinador (professora de Português) ter ministrado aulas, no ano de 2010, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AFRM, o retorno! Edital 44 da Secretaria Municipal da Administração torna pública a anulação das provas objetivas e de redação  realizadas em março deste ano. As razões para essa anulação total foi a ocorrência de questões não inéditas (plagiadas) e pelo fato de um examinador (professora de Português) ter ministrado aulas, no ano de 2010, em curso específico para o referido cargo. Ficam também anulados todos os atos subseqüentes relacionados a estas provas. Tal fato, convenhamos, já era previsível. Que pena que a banca não mudou também&#8230; mas nem tudo é perfeito. Para lerem o edital na íntegra, acessem <a href="http://www.marciaconcursos.com.br/docs/2012/AFRM%20-%20ANULACAO%20PROVAS%20TOTAL.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, senhores, o jogo volta à estaca zero. Agora é tirar os livros, polígrafos e apostilas dos armários e dar continuação aos estudos, afinal, tudo se decide no dia 29 deste mês, com prova pela manhã e à tarde, inclusive redação. Nervos de aço por mais alguns dias, que podem fazer TODA a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso a todos, e bons estudos. Fiquem com Deus!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Prova resolvida de Estatística, Banca FMP, Concurso Público AFRM 2012, parte 2</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 04:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Provas Comentadas]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<category><![CDATA[AFRM]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuamos, resolvendo por aqui a polêmica prova de Estatística aplicada em março de 2012 para o concurso público de Agente Fiscal da Receita Municipal da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (AFRM). As provas foram aplicadas pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Somente por aqui o estudante encontra provas recentes detalhadamente resolvidas. Visite regularmente ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Continuamos, resolvendo por aqui a polêmica prova de Estatística aplicada em março de 2012 para o concurso público de Agente Fiscal da Receita Municipal da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (AFRM). As provas foram aplicadas pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP).</p>
<p style="text-align: justify;">Somente por aqui o estudante encontra provas recentes detalhadamente resolvidas. Visite regularmente o site para se manter atualizado e revisar questões recorrentes de concursos públicos!</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos às questões:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>46</strong> &#8211; Se, em determinado período de tempo, o salário aumenta 20% e a inflação 25%, a perda, em percentual, de poder aquisitivo do salário foi de:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) 4%.<br />
(B) -5%.<br />
(C) 5%<br />
(D) 4,167%.<br />
(E) 1,25%.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Considerei essa questão a mais fácil da prova de Estatística. Apesar de o Edital não prever porcentagens como conteúdo programático de Estatística, não vejo possibilidades de anulação nessa questão&#8230; somente no concurso todo&#8230; (brincadeirinha). Para resolver a questão, bastava usar a fórmula da taxa real, taxa aparente e inflação, muito usada em Matemática Financeira:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">(1 + R) = (1 + A) / (1 + I)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">onde: R, é a taxa real de ganho ou perda; A é a taxa aparente; e I é a inflação do período. Temos, assim:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">1 + R = 1,20 / 1,25, onde R = 0,96 &#8211; 1 = &#8211; 0,04, ou seja, uma perda de 4%. <strong>Letra A</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>47</strong> &#8211; Considere as afirmações sobre Números Índices:</p>
<p style="text-align: justify;">I – o índice de preços de Laspeyres é uma média aritmética de relativos de preços ponderados pela participação do valor dos bens no período base.<br />
II – o índice de preços de Paasche é uma média aritmética de relativos de preços ponderados pela participação do valor dos bens no período atual.<br />
III – o índice de Fisher é uma média harmônica dos índices de Laspeyres e de Paasche.</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) apenas I está correto.<br />
(B) apenas II está correto.<br />
(C) apenas III está correto.<br />
(D) apenas I e II estão corretos.<br />
(E) apenas II e III estão corretos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Outra questão fácil. Até pode ser anulada pela não previsão em conteúdo programático do índice de Fischer, mas era fácil mesmo assim. O item I é <strong>correto</strong>, afinal realmente o índice de preços de Laspeyres é uma média aritmética de relativos de preços ponderados no período base. O item II está <strong>errado</strong>, uma vez que o índice de preços de Paasche é uma média harmônica, e não aritmética, como afirma o item. Finalmente, o item III está <strong>errado</strong>, já que o índice de Fischer é uma média geométrica dos índices de Laspeyres e de Paasche, e não harmônica, como induz o examinador. Desse modo, <strong>apenas o item I está correto</strong>, e temos como gabarito a <strong>letra A</strong>. Juro que eu disse em aula: &#8220;o sobrenome do professor que vai fazer a prova de Estatística é Fisher, portanto vai cair índice de Fisher&#8221;. Acertei em cheio!<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>48</strong> &#8211; Testando-se a significância do coeficiente angular de um modelo clássico de regressão linear simples verificou-se um valor-p = 0,004. Considere as afirmações:</p>
<p style="text-align: justify;">I – O erro tipo II é 0,004.<br />
II – O coeficiente é significante a um nível de 99% .<br />
III – A potência do teste é (1–0,004).</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que</p>
<p style="text-align: justify;">(A) apenas I está correto.<br />
(B) apenas II está correto.<br />
(C) apenas III está correto.<br />
(D) apenas I e II estão corretos.<br />
(E) apenas II e III estão corretos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Questão complexa, envolvendo testes de hipóteses para a significância do coeficiente angular de um modelo clássico de regressão linear simples. O item I está errado, uma vez que o erro tipo II é a probabilidade de aceitarmos H0, sendo ele falso, nada a ver com o valor p. O item II está correto: a um nível de 99%, bilateral, temos 0,5% de α, para cada lado da cauda. Como o valor de p é inferior a 0,5%, ele está na área de rejeição de H0, tornando significante o teste. Por fim, o item III está errado: a potência do teste é a probabilidade de um teste de hipótese rejeitar a hipótese nula, sendo ela falsa. A potência do teste, para o verdadeiro valor da média, se refere a α, ou (1 &#8211; α), que na questão não é informado. Assim, temos somente a II correta. <strong>Letra B</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>49</strong> &#8211; Considere um teste de hipótese bilateral, em que a hipótese nula (ou hipótese básica) é Ho: Θ = Θ0, a hipótese alternativa é Ha: Θ ≠ Θ0, e o nível de significância é α e as afirmações abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">I &#8211; há α de probabilidade de aceitar Ho, sendo Ho falsa.<br />
II &#8211; há α de probabilidade de rejeitar Ho, sendo Ho verdadeira.<br />
III &#8211; há α de probabilidade de rejeitar Ho, sendo Ho falsa.</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que</p>
<p style="text-align: justify;">(A) apenas I está correto.<br />
(B) apenas II está correto.<br />
(C) apenas III está correto.<br />
(D) apenas I e II estão corretos.<br />
(E) apenas II e III estão corretos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>. Mais uma de testes de hipóteses. Na aula que dei sobre isso eu tinha certeza que, se caísse algo na prova sobre isso, seria algo teórico. E foi mesmo. O nível de significância de um teste, ou simplesmente α, se refere à probabilidade de rejeitarmos a hipótese de nulidade, sendo ela verdadeira. O resto é balela e confusão. Apenas a II afirma isso, logo, a<strong> letra B</strong> é a correta. O negócio é mais ou menos assim &#8211; rejeitar a hipótese nula é o mesmo que dizer: &#8220;meu Deus, como tudo está mudado!&#8221;<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">50 &#8211; Considere as afirmações abaixo sobre regressão e modelos de séries temporais.</p>
<p style="text-align: justify;">I – O processo Yt = Φ1 Yt-1 + μt, onde μt ruído branco, é estacionário para qualquer Φ1.<br />
II – Se uma série temporal Yt necessitar ser diferenciada “n” vezes antes de se tornar estacionária, então Yt é integrada de ordem n-1.<br />
III &#8211; Na regressão linear de séries temporais, Yt = β1 + β2Xt + μt, com Yt e Xt integradas de ordem 1, e μt, resíduo da regressão, integrada de ordem zero, então Yt e Xt são séries co-integradas.</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que</p>
<p style="text-align: justify;">(A) apenas I está correta.<br />
(B) apenas I e II estão corretas.<br />
(C) apenas III está correta.<br />
(D) apenas II e III estão corretas.<br />
(E) apenas I e III estão corretas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Essa eu não resolvo, não quero resolver e tenho raiva de quem resolve. Isso é questão para Pós-Doutorado em Bioestatística, e não para concurso de fiscal tributário municipal. Tenha dó! Acredito que o Prof. Fischer, que elaborou essa questão, tenha brigado com a mulher nesse dia. Até eu me contagiei com o mal humor dele só ao ler essa questão. Tô fora! Sem comentários!</span></p>
<p style="text-align: justify;">Era isso. Deixo um abraço a todos e espero, dentro do possível, ter ajudado a elucidar algumas questões. À medida que eu puder, vou publicando outras questões de concursos mais organizados que esse.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com Deus!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Trapalhadas no Concurso AFRM 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 17:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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		<description><![CDATA[São preocupantes as últimas notícias acerca do recente concurso para Agente Fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre, elaborado pela atrapalhada Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Não bastasse aquela prova de Estatística, que possivelmente tenha eliminado mais de 80% dos candidatos presentes, vem agora a Banca anular 17 questões da prova de conhecimentos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São preocupantes as últimas notícias acerca do recente concurso para Agente Fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre, elaborado pela atrapalhada Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Não bastasse aquela prova de Estatística, que possivelmente tenha eliminado mais de 80% dos candidatos presentes, vem agora a Banca anular 17 questões da prova de conhecimentos específicos atribuindo-se os pontos referentes a essas questões a todos os candidatos presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Direito Tributário foram anuladas 13 questões de 20, e 4 de legislação tributária municipal, todas valendo peso 2!!! Há, inclusive, indícios de que tais anulações se deram em razão de plágio. Basta colocar determinada questão em mecanismos de busca para averiguar. É muito fácil. Além disso, há outras questões passíveis de anulação, por outras razões, em Estatística e Português.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso muda toda a classificação!!! Para um cargo como AFRM, anular a maioria das questões de Tributário e Legislação Tributária, não colocar questões de Administrativo, &#8220;ferrar&#8221; em Estatística e Informática&#8230; fica estranho. Que tipo de &#8220;profissionais&#8221;, afinal, a Prefeitura está buscando???</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, meus parabéns à Sra. Alice Grecchi, professora responsável pelas questões de Tributário: deve ter dado Ctrl C, Ctrl V na elaboração de sua prova. Só pode! Nunca presenciei a isso em um concurso público. Será que esqueceram que existe Google??? Honestamente, tais anulações somente vêm a premiar quem não estudou nada de Tributário&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A prova de Português tinha problemas de impressão. Aliás, a professora responsável pela prova de Língua Portuguesa, Irene Katter Hack Tavares, ministrou curso preparatório recente justamente para AFRM, o que é no mínimo antiético.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente, um concurso desse cacife não poderia ter sido contratado mediante dispensa de licitação. É  temeroso, afinal, o AFRM é um dos Cargos mais importantes e disputados dentro da esfera pública municipal de Porto Alegre. Sinceramente, eu não creio em má-fé, ou anulações visando benefícios particulares. O que percebo é uma lamentável série de trapalhadas que, no meu entender, vão acabar anulando todo o certame.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente, creio que quem estudou e foi bem nas provas, esse, sim, é o maior prejudicado. Sei bem o que demanda o estudo sério para concursos públicos: tempo, dinheiro, privações. Isso não se recupera. Dois alunos meus possivelmente tenham ficado entre os dez primeiros colocados (em razão de suas excelentes notas), e sofro junto com eles por toda essa bagunça. Não vou citar seus nomes, mas coloco aqui seus depoimentos para mim a respeito dessa prova:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aluno A</strong>:</p>
<div style="text-align: justify;">&#8220;&#8230; <em>a possibilidade de anularem o concurso todo é bem grande; além disso, é quase impossível que o concurso não tranque um bom tempo no Judiciário. Anularam 17 questões, 13 de tributário e 4 de legislação tributária municipal, pois teriam sido plagiadas de outros concursos (detalhe: acertei as 17). Contudo, outras questões ainda não anuladas já foram encontradas em outras provas. Nem sei o que é melhor para mim agora. Antes das anulações, acho que tinha uns 80% de chance de estar entre os chamados. Agora, acho que a chance caiu para uns 50%, sem considerar a possibilidade de anular tudo e não chamar ninguém. Bom teria sido não anularem nada e o concurso ter andado dentro da normalidade. Do jeito que o concurso se encontra, estou competindo com 13 anulações na minha matéria mais forte, então talvez tivesse chances melhores se fizesse a prova de novo. Por outro lado, tem eleições municipais esse ano. Uma eventual anulação do concurso vai trancá-lo pelo menos até o ano que vem. Sem contar que pode acontecer um overlap desta prova e da RFB. Ou seja, estou esperando para ver o que acontece, não tenho uma opinião formada do que é melhor para mim no momento. Sob outra perspectiva, sendo objetivo, que grande palhaçada heim. Essa banca foi contratada com dispensa de licitação!  Não sei se tu chegou a dar uma olhada nas outras provas, mas têm muuuiiiitos erros:</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-A prova de português se refere a palavras sublinhadas que não foram de fato sublinhadas.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-A prova de português se refere a palavras que aparecem mais de uma vez no texto, sem especificar qual das vezes está falando.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-A prova de informática apresentou uma dificuldade totalmente desparelha entre info-básica e TI.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-Muitos gabaritos equivocados, tanto na p1 quanto na p2.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-Prova de estatística absurda, muitos desvios acima do conhecimento que deveria ser o exigido.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-Prova de comercial com gabarito contrários à expressa disposição do CC02.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-Prova de constitucional com gabaritos contrários à literalidade da constituição.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-17 questões anuladas de ofício por plágio, enquanto umas outras 8 também foram copiadas e não tiveram o mesmo destino.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-Constava no edital que a redação tinha um mínimo de 15 linhas; no caderno de prova, a proposta de redação expressa 25 linhas como mínimo.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>-E, pro fim, o pior: a professora de português responsável pela prova deu um cursinho preparatório específico desse concurso para funcionários da prefeitura</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>É muito amadorismo, cara.</em>&#8220;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Aluno B:</strong></div>
<div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;&#8230;<em> por toda a incompetência apresentada pela banca, a partir de agora tudo pode acontecer. Como existem precedentes, mesmo até de instituições mais confiáveis, como a Cespe e a FGV, o candidato precisa colocar tais situações, como a desorganização ou fraude e uma provável anulação, como uma possibilidade e estar preparado emocionalmente para isso. É uma pena, por todo o desgaste emocional e financeiro que passamos ao longo da preparação. Mas fazer o que?! Resta apenas torcer para que tudo dê certo, pois o que eu poderia fazer, eu fiz da melhor maneira possível. Continuarei com os estudos até ser um servidor do fisco</em>!!!&#8221;</div>
</div>
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		<title>Prova resolvida de Estatística, Banca FMP, Concurso Público AFRM 2012, parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 03:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pedido de alunos, ex-alunos e visitantes do site, vou resolver por aqui a prova de Estatística aplicada em março de 2012 para o concurso público de Agente Fiscal da Receita Municipal da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (AFRM). As provas foram aplicadas pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Adianto que foi uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A pedido de alunos, ex-alunos e visitantes do site, vou resolver por aqui a prova de Estatística aplicada em março de 2012 para o concurso público de Agente Fiscal da Receita Municipal da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (AFRM). As provas foram aplicadas pela Banca da Fundação do Ministério Público (FMP). Adianto que foi uma prova polêmica, gerando inúmeros recursos. No Curso onde ministrei aulas, houve uma revolta geral entre os alunos em relação a essa prova, principalmente em relação a conteúdos que estariam fora do conteúdo programático, apresentado em Edital. Contudo, como dizem em futebol&#8230; treino é treino, jogo é jogo&#8230; E quem treinou pênaltis, via de regra se dá bem. Vamos às questões:<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>41</strong> – Considere as afirmações abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">I – O coeficiente de variação é a razão entre a variância (absoluta) e o quadrado da média aritmética.<br />
II – A variância é um número maior ou igual a -1 e menor ou igual a 1.<br />
III – A mediana é maior que o segundo quartil e menor que o terceiro quartil.</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que<br />
(A) apenas a afirmativa I está correta.<br />
(B) apenas a afirmativa II está correta.<br />
(C) apenas a afirmativa III está correta.<br />
(D) apenas as afirmativas I e II estão corretas.<br />
(E) as afirmativas I, II e III estão incorretas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Em relação ao item I, o coeficiente de variação é a razão entre o desvio-padrão e a média aritmética. O examinador tentou fazer uma pegadinha de mau gosto, induzindo candidatos capacitados ao erro. O item II se refere ao intervalo de validade do coeficiente de correlação (-1, 1) &#8211; nada a ver com variância. Aliás, a variância absoluta pode assumir qualquer valor positivo. Finalmente, a assertiva III afirma que a mediana é maior que o segundo quartil. Na verdade, a mediana e o segundo quartil são medidas equivalentes. Mediana e segundo quartil é a mesma coisa. Portanto, todas as afirmações estão incorretas. <strong>Letra E</strong>. Ao lermos as alternativas anteriores, dá a impressão que a última alternativa seria I, II e III corretas. Mas, justo na E, houve inversão de corretas para incorretas. Concurso público tem que ter atenção mesmo! Questão teórica, apenas isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>42</strong> &#8211; Considere X uma variável com distribuição uniforme no intervalo (2,4). A função densidade de probabilidade da variável Y = 2X +5 é:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) 1/2, no intervalo (2,4).<br />
(B) 1/4, no intervalo (2,4).<br />
(C) 1/2, no intervalo (9,13).<br />
(D) 1/4, no intervalo (9,13).<br />
(E) 1/3, no intervalo (9,13).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: A questão versa sobre uma distribuição uniforme. No Edital não constava esse conteúdo de forma explícita. Mas, ao se referir em Distribuições Contínuas, poderíamos deduzir que fizesse parte do conteúdo. Afinal, as distribuições contínuas são: Distribuição Uniforme, Distribuição Exponencial e Distribuição Normal. Polêmicas à parte, vamos resolver a questão:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">O enunciado pede a função densidade de probabilidade da função Y = 2X +5. Antes de mais nada, precisamos definir o intervalo dessa função, substituindo em X os intervalos dados de 2 e 4.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Y = 2X +5 = 2.2 + 5 = 9</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Y = 2X +5 = 2.4 + 5 = 13</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Portanto, a função Y = 2X +5Y está definida no intervalo (9; 13). Já podemos eliminar as alternativas A e B. O comprimento da função Y é: d= 13 &#8211; 9 = 4. E a média dessa função uniforme é 1/d, ou 1/4, ou 0,25, ou 25%. Marca-se, então, com certeza a<strong> letra D</strong>. Para quem apenas estudou &#8220;de leve&#8221; distribuição uniforme, já podia tranquilamente resolver essa. Particularmente, entendo que essa não é passível de anulação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>43</strong> &#8211; Dois empregados são escolhidos aleatoriamente em uma empresa. A probabilidade de pelo menos um apresentar altura inferior à mediana é:<br />
(A) 0,125.<br />
(B) 0,250.<br />
(C) 0,750.<br />
(D) 0,500.<br />
(E) 0,875.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: A mediana é uma medida de posição que divide a distribuição em duas partes iguais. Há, portanto, 50% de chances de cada empregado apresentar altura inferior à mediana. Quando se fala em &#8220;pelo menos&#8221; um empregado apresentar altura inferior à mediana, aceita-se apenas o empregado A, ou apenas o empregado B, ou até mesmo ambos os empregados. Só o que não pode é que ambos estejam acima da mediana, ou seja, 0,50 x 0,50 = 0,25. Da probabilidade total, que é 1, só não podemos aceitar 0,25, ou seja: a probabilidade pedida é de 1 &#8211; 0,25 = 0,75. <strong>Letra C</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>44</strong> &#8211; Considere X1, X2, X3, X4, elementos de uma amostra aleatória simples de tamanho 4 retirada de uma população de média e desvio padrão diferentes de zero. Sejam os estimadores A = (X1+X2+X3+X4)/4 e B = (X1+X2+X3)/3.</p>
<p style="text-align: justify;">Analise as afirmações abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">I &#8211; A é um estimador não tendencioso de μ.<br />
II &#8211; B é um estimador não tendencioso de μ.<br />
III &#8211; A variância de A é maior que a variância de B.</p>
<p style="text-align: justify;">É correto afirmar que:</p>
<p style="text-align: justify;">(A) apenas I está correto.<br />
(B) apenas II está correto.<br />
(C) apenas III está correto.<br />
(D) apenas I e II estão corretos.<br />
(E) apenas II e III estão corretos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: Estimadores são medidas amostrais que buscam se aproximarem dos parâmetros, que são medidas populacionais. Tanto em A, quanto em B, temos o valor da média amostral, que é um estimador pontual não tendencioso. Regra geral, o valor esperado de uma medida amostral tende à média da amostra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Em relação ao item III, percebe-se que a variância de A é <strong>inferior</strong> à de B, pois A tem um tamanho amostral maior. Lembrem-se de que a fórmula da variância da amostra é σ²/n, por isso, quanto maior n, menor a variância. Portanto, I e II corretas; item III, errado. <strong>Letra D</strong>. Um pouco de leitura acerca do estudo da amostragem e do comportamento de suas medidas já bastaria para responder corretamente à questão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>45</strong> &#8211; Considere o modelo de regressão linear clássico, Yi = β0 + β1Xi + μi estimado pelo método de mínimos quadrados (ordinário) com base em uma amostra de n pares de valores (Xi,Yi) e as afirmações abaixo:<br />
I &#8211; se existir autocorrelação nos resíduos, os estimadores continuarão sendo não viesados (não tendenciosos) e consistentes.<br />
II – quanto maior for a variância da variável explicativa X, menor será o erro padrão do coeficiente angular β1.<br />
III – se β1 = 1, a correlação linear entre as variáveis é perfeita (pXY = 1).<br />
É correto afirmar que:<br />
(A) apenas I está correto.<br />
(B) apenas II está correto.<br />
(C) apenas III está correto.<br />
(D) apenas II e III estão corretos.<br />
(E) apenas I e II estão corretos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Resolução</strong>: O edital não faz menção ao modelo de autocorrelação, portanto é uma questão que pode ser anulada. O item I eu nem imagino como se responde, nem faço questão de pesquisar. O item II está correto, uma vez que o erro padrão do coeficiente angular β1 e a variância da variável explicativa são grandezas inversas. Por fim, no item III, β1 é apenas o coefiente angular da variável explicativa, nada podendo afirmar sobre a correlação das variáveis. Eu ficaria entre a B e a E. O gabarito oficial considerou <strong>letra E</strong>, como correta. Questão de arrepiar os cabelos: não mede conhecimento de quem estudou e nivela por baixo a classificação geral do concurso, colocando em um mesmo patamar quem estudou e quem não estudou.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhamos aqui 5 questões. A questão 41 e 43 eram fáceis. Numa prova dessas, era obrigação acertar essas duas. A 42 também era fácil, ocorre que o edital não previa o assunto Distribuição Uniforme. A questão 44 foi bem teórica, envolvendo conceitos de amostragem. Não sei o que o examinador quis com a questão 45&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uns dias e terminamos as outras 5 questões de Estatística. Até lá e forte abraço!</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com Deus!</p>
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