De preto, meu aluno Vitor Silva, estudante de Administração de Empresas da PUCRS e possível formando já neste primeiro semestre de 2011. Estávamos estudando Testes de Hipóteses, matéria dada pelo Professor Sérgio Kato. Sempre aquela sequência: primeiro pega os dados da questão, vê se o teste é bilateral ou unilateral, depois vê se usa tabela Z ou T, acha o valor crítico, formula as hipóteses, faz o Z ou T calc para só então tirar a conclusão: rejeita ou aceita Ho.

Em um teste de significância devemos analisar antes de tudo qual o tipo de teste que estamos lidando: um teste de média, proporção, de duas médias independentes ou pareadas, teste F ou qui quadrado? Depois pensar em qual tabela trabalharemos. Gosto muito da tabela T, que tem na última linha o infinito, que nada mais é que a própria distribuição normal.

O sonho da distribuição T é ser uma Normal. Então, à medida que aumentamos a amostra, ela tende a se assemelhar à Curva de Gauss..

Após decidir a tabela, defina o teste: bilateral ou unilateral. Regra geral, quando lidamos com problemas do tipo “igual e diferente”, teremos testes bilaterais. Testes unilaterais são usados para “menor ou maior”. Se tivermos uma significância, por exemplo, de 5%, lembre-se de dividi-la ao meio, se for bilateral, ou seja, 2,5% para cada lado. Depois encontre o valor crítico, a partir do qual você decidirá pela rejeição ou aceitação da hipótese nula (Ho). Feito isso, nunca esqueça de formular as hipóteses, identificando quem é Ho e quem é H1. Para finalizar, calcule o valor de T ou Z, com a fórmula adequada, e veja em qual parte da área da curva o valor aponta. Somente após esses passos você poderá então tirar suas conclusões a respeito do teste. Parece fácil? Só parece.

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